Hungaroring volta a apertar o pelotão do Clio Cup V
O GTCRC Trophy não pára — e depois de uma estreia cheia de história em Imola, seguimos hoje para a Ronda 2 no Hungaroring.
Se a primeira prova já foi intensa, este traçado promete levar ainda mais ao limite a tração dianteira do Clio Cup V: é encadeado, é técnico e não oferece grande margem para inventar trajetórias.
Aqui, quem perde o ritmo uma vez, pode ficar preso num “comboio” durante o resto da corrida.
Imola deixou claro ao que este troféu vem.
Cada volta parecia contar uma história diferente: trocas constantes, pressão a subir, e um pelotão sempre a baralhar as posições sempre que cruzava a meta.
Os destaques foram alternando ao longo da noite — mas, no fim, quem saiu por cima foi Pedro Amaral, a colocar o primeiro grande ponto de exclamação neste Clio Cup V.
Hoje, o desafio muda de cenário, mas não de filosofia.
No Hungaroring, a paciência vale tanto como a velocidade: travagens bem medidas, entradas limpas e consistência para não “gastar” o carro (e a corrida) em lutas que não dão espaço para erro.
Com setups fixos, volta a ser a diferença do piloto a decidir tudo.
Pela primeira vez, o GTCRC Trophy entra com a possibilidade real de vários splits — e hoje, se voltarmos a ter este número elevado de pilotos, estamos preparados para dividir o pelotão em múltiplas salas, garantir corridas mais limpas e competitivas, e continuar a crescer de forma sustentada, com mais participação sem perder qualidade em pista.
A Ronda 2 arranca hoje — e, se Imola já foi um aviso, o Hungaroring pode ser o lugar onde o Trophy começa mesmo a separar quem está pronto para a luta… de quem vai ter de sobreviver.
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